quarta-feira, 20 de abril de 2011

Inhotim

Localizado em Brumadinho, o Instituto foi idealizado na década de 80. Desde então, já sofreu muitas modificações, mas o objetivo de preservar a natureza e expor obras de arte contemporânea permaneceu o mesmo. Também é bastante conhecido pela diversidade e qualidade gastronômica. São mais de 70 exposições internas ou nos jardins, permanentes ou temporárias, que garantem uma visita não linear e de acordo com o gosto de cada visitante. Algumas obras sugeridas são: Através (de Cildo Meireles), o galpão constituído de obras de Adriana Varejão, o Penetrável Magic Square (de Hélio Oiticica), The Murder of Crows (de Janet Carddif e George Miller), entre outros. A exposição escolhida pelo meu grupo foi a Cosmococas, de Hélio Oiticica. Numa mistura de cinematografia e diversão, o próprio edicifil já causa uma sensação diferente por aparentar ser um bloco de metal no meio da natureza, já que foi projetado especialmente para receber a exposição. Ao entrar nele, existem cinco portas dispostas de uma maneira que confunde os visitantes. Em cada uma delas, existe um ambiente diferente e o objetivo é de interagir com as almofadas, redes, balões, piscina e camas para relaxar. As cinco Cosmococas são: Trashiscapes, Onobject, Maileryn, Nocagions e Hendrix-War.

                                               acabamento do prédio Cosmococa


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