PARKOUR: em português, significa a "arte do deslocamento". É uma atividade esportiva que consiste em deslocar-se da forma mas veloz e eficiente possível, utilizando o corpo humano para superar obstáculos. Pode ser praticado em ambientes urbanos e rurais. Assemelha-se à auto defesa, apesar de não estar inserido em nenhuma categoria das artes marcias. Permite o auto conhecimento do corpo humano e da mente. São infinitos movimentos que desenvolvem força, cordenação motora e resistência. Geralmente, os praticantes tem facilidades com outras atividades físicas.
TEORIA DA DERIVA: é um dos trabalhos do pensador situacionista Guy Debord. Existem vários procedimentos, mas todos tem o mesmo objetivo: transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Sua prática consiste em sair em direção contrária ao meio urbano e anotar tudo como, por exemplo, o porquê de ter virado à esquerda e não à direita. Os estudos sobre o assunto foram publicados na Revista Internacional Situacionista.
FLÂNEUR: o termo francês vem do verbo flaner, que significa "para passear". Mas Charles Baudelaire deu um novo significado à palavra: uma pessoa andar pela cidade a fim de experimentá-la. Portanto, o termo tornou-se referencial para compreensão de fenômenos urbanos e modernos. Na arquitetura e urbanismo, o termo descreve aqueles afetados de forma involuntária por um desenho espacial. Aborda quetões do aspecto psicológico do ambiente construído.
FLASH MOB: são aglomerações instantâneas de pessoas, as quais realizam movimentos previamente combinados e que dispersam-se na mesma rapidez em que uniram-se. Existem para mudar a rotina ou modificar um meio urbano. Alguns mobs populares são: guerras de travesseiros, festas dentro de vagões de metrô, o zombie walk, etc. O recorde é da banda americana Black Eyed Peas que foi capaz de reunir 21 mil fãs fazendo a mesma coreografia na Avenida Michigan, em Chicago.
Obs: todas as informações acima foram retiradas do site wikipedia.com.
domingo, 27 de março de 2011
Pampulha: Museu de Arte
A visita ao Museu de Arte, localizado na Pampulha, começou a mudar a minha percepção sobre vários aspectos. A primeira coisa que chamou a minha atenção foi o laguinho na frente do Museu. O trabalho de paisagismo mostrou que criatividade faz toda a difereça na criação: não era um trabalho simétrico, nem apresentava uma característica marcante. Mas mesmo assim, a harmonia estava presente no ambiente.
Depois fomos dar uma volta em torno do prédio. Como tínhamos tempo, pude reparar em cada detalhe que compunha a contrução que, originalmente, era um cassino. O que mais me interessou foi o fato de que não importava o ângulo que fosse observado, pois a vista era sempre bonita. Me encantou o que seria os fundos que era coberto de cerâmica.
Foi muito bom poder ter debatido com os colegas, pois muitas vezes não percebemos algum detalhe ou temos visões opostas. Surgiram idéias de intervencões, já que temos opiniões diferentes às do arquiteto que projetou o prédio.
Foi uma ótima experiência no que diz a respeito da preparação para a visita à Bichinho. Espero continuar tendo esse tipo de dinâmicas.
Depois fomos dar uma volta em torno do prédio. Como tínhamos tempo, pude reparar em cada detalhe que compunha a contrução que, originalmente, era um cassino. O que mais me interessou foi o fato de que não importava o ângulo que fosse observado, pois a vista era sempre bonita. Me encantou o que seria os fundos que era coberto de cerâmica.
Foi muito bom poder ter debatido com os colegas, pois muitas vezes não percebemos algum detalhe ou temos visões opostas. Surgiram idéias de intervencões, já que temos opiniões diferentes às do arquiteto que projetou o prédio.
Foi uma ótima experiência no que diz a respeito da preparação para a visita à Bichinho. Espero continuar tendo esse tipo de dinâmicas.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Experimentando
Mais difícil do que fazer um trabalho é ser capaz de criticar o que você mesmo fez. Essa foi uma tentativa de melhorar a minha foto, tentando deixá-la em melhores proporções e aprendendo um pouco mais sobre o Photoshop.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Aline
É muito difícil retratar uma pessoa em uma foto. Ainda mais quando a conhecemos. São tantos detalhes que, por menor que sejam, fazem toda a diferença. Apesar disso, cada um tem uma característa que chama mais atenção. No caso da Aline, é o seu cabelo que sempre atrai olhares. E o rosa caracteriza a pessoa serena e meiga que ela é.
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